terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Quem inventou os óculos? Uma idéia que deixou o mundo mais inteligente.


Presidente Rodrigues Alves

Sem seus óculos muitos cientistas, escritores, médicos e matemáticos não teriam contribuido tanto para a evolução da humanidade. Graças a um bom par de óculos, grandes inventos fazem parte do nosso dia a dia. Com certeza esse simples acessório mudou a história do mundo. 
Muitos homens ilustres e inteligentes da história do Brasil, como o Visconde de Ouro Preto, o Barão de Lucena e o Presidente Rodrigues Alves, apareceram de óculos em suas fotos histórica. 


Não se sabe ao certo quem inventou os óculos. O que sabemos é que já na Antiguidade as pessoas que não enxergavam bem usavam objetos transparentes para ver melhor. Conta-se que Nero, o imperador romano, via os espetáculos públicos com uma jóia de faceta curvas diante dos olhos. Talvez fossem facetas côncavas, para corrigir uma miopia acentuada.
O primeiro caso conhecido da observação através de lentes curvas data de 1525, quando o italiano Giovanni Rucelai pôde examinar a anatomia de uma abelha com esse recurso. A palavra lente vem de lens (lentilhas), porque a forma das primeiras lentes lembrava a dessa leguminosa. 
A forma dos óculos de hoje, que nos parece tão simples e prática, não surgiu de repente. Como todos os inventos, foi sendo aperfeiçoada aos poucos, com o correr do tempo. Lentes junto aos olhos foram usadas pela primeira vez no fim do século XIII. O vidraceiro italiano Salvino degli Armati (1245-1317) morava na cidade de Pisa. Por volta de 1285, ele percebeu que duas lentes, de certa espessura e de certa curvatura, aumentavam os objetos. Armati contou a descoberta a um amigo, Alexandre della Spina, que tratou de espalhá-la. Os primeiros óculos, de lentes convexas, atendiam os problemas de hipermetropia (dificuldade de ver os objetos próximos). As lentes côncavas, para míopes, apareceram no final do século 15. A partir dessa época, as lentes passaram a ser fixadas diante dos olhos por meio de uma mola. Na cidade alemã de Nuremberg fabricavam-se óculos desse tipo durante séculos. 
Em 1781, o norte americano Benjamin Franklin criou as lentes bifocais, ou seja: numa só lente, um foco para ver de perto e outro para ver de longe. Até hoje elas são usadas. 
O aperfeiçoamento dos óculos continuou até chegar as lentes de contato. Estas não precisam de aros nem de hastes, como os óculos: são colocadas diretamente sobre o olho e assim permanecem, boiando sobre a pupila. As novas lentes de contato lançadas tornaram-se cada vez mais cômodas, a ponto de não se perceber se uma pessoa as estão usando ou não. 
Os óculos das pessoas míopes (que não enxergam de longe) são as lentes côncavas. As lentes destinadas às pessoas idade, que têm presbiopia (dificuldade para enxergar de perto ) são convexas. Mas o primeiro retrato que mostra uma pessoa de óculos é o de Hugo de Provença, pintado por Tomaso de Modema, pintor italiano em 1352.

Fonte: educamor.com.br

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A maior esmeralda lapidada do mundo é brasileira. E será leiloada no Canadá.




Regan Reaney mostra sua esmeralda (Foto: AP)

A pedra Teodora, considerada a maior esmeralda lapidada do mundo, com 57.500 quilates (equivalentes a 11,5 quilos), vai ser leiloada neste sábado (28) no Canadá, com lance inicial de US$ 1 milhão. 
Regan Reaney, da Gems Canada, disse que já houve interesse de compradores dos Estados Unidos. O leilão será realizado na casa de leilões Western Star, em Kelowna. Segundo os donos, a pedra foi extraída de solo brasileiro e vendida a um indígena. 
Teodora foi lapidada na Índia e receberá segurança armada no trajeto entre Calgary e Kelowna, onde será leiloada.



Fonte: g1.globo.com



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Viva o império feminino!

Por: Augusto Pattoli

Desde a libertação da mulher em 1964 o mundo tem mudado. Faz 48 anos que tudo começou e a mulher conquistou seu espaço na sociedade.
Os homens por outro lado, enfraqueceram. Eles vivem nervosos, fragilizados, trêmulos, decadentes, a meia-bomba, puxando sacos, lambendo botas e engolindo sapos. Perderam o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60 e não há mais o grande "conquistador".


As mulheres dominaram todas as atividades humanas, são em maioria e com isso impõem seus hábitos e costumes.
O mundo ficou mais frágil, fofoqueiro, vingativo e ao mesmo tempo sensível e doce.
Todos nós sabemos que não se toma uma grande decisão sem consultar pessoas ou fazer pesquisas de opinião pública. É ai que a mulher leva vantagem por estar em maioria, elas impõem suas preferências.
Nunca se viu tantos filmes água com açúcar, como vemos hoje nos cinemas e na TV. Os programas ao vivo na TV são redes de fofoca e os assuntos são supérfluos.
Um simples roteiro de história verídica tem de ser adaptado para o público feminino.
A publicidade sabe que a mulher é quem decide a compra e por isso a propaganda é totalmente feminina. Elas decidem a compra de um caríssimo apartamento a uma simples e barata escova de dentes. A maioria das mulheres são consumidoras por natureza, gostam do supérfluo e se divertem gastando dinheiro.
Veja que até nos esportes a coisas mudaram, os atletas estão cada vez mais femininos. Usam brincos, penteados diferenciados e são depilados, tudo para agradar a mulher, que decide e forma opinião. Uma pesquisa feita com 200 mil empresas mostra que o mercado de trabalho está mais receptivo às mulheres. Dez anos atrás, cerca de 30% dos cargos de supervisão eram tocados por elas, que hoje já estão em praticamente metade desses postos. Na presidência ou cargos equivalentes, apenas 15% eram mulheres, hoje são 23% (fonte: globo.com). Um estudo da “Paths to power: advancing women in government”, que fala sobre a crescente presença das mulheres em cargos decisórios e estratégicos, na área governamental, analisa o impacto e a importância crescente delas em funções que exigem tomadas de decisão. Os países bem sucedidos constumam incluir mulheres nos níveis mais altos do governo.
No Brasil, com a eleição da primeira presidente mulher, ficou provado que os brasileiros acreditam, respeitam e admiram a competência das mulheres em cargos de liderança.
A superioridade feminina é marcante, nas empresas, nas ruas e no trânsito. As tecnologias e a vida civilizada tiveram o efeito oposto sobre as habilidades masculinas, fazendo os homens tornarem-se dispensáveis. A preciosa carne, que sempre foi um dos trunfos do homem nas sociedades tribais, pode ser facilmente adquirida em supermercados e restaurantes; a força física tem pouca utilidade no ambiente urbano, e a agressividade fica obsoleta diante da proteção do estado ou de armas de fogo. Como colocou uma revista feminina: “Para que você pensa que precisa de homens? Bebês? Pense em inseminação artificial.” É a redução do homem a espermatozóides em um tubo de ensaio. 
Ser homem está fora de moda, virou coisa do passado. Não vamos nem pensar na volta do machismo, mas os homens precisam realmente equilibrar as coisas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sol lança forte tempestade geomagnética sobre a Terra


Foto divulgação
A tempestade geomagnética mais forte em mais de seis anos deve atingir a Terra nesta terça-feira, e pode afetar as rotas aéreas, redes de energia e satélites, disse o Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos.

A ejeção de massa coronal - uma grande parte da atmosfera do Sol - foi lançada em direção à Terra no domingo, conduzindo partículas solares energizadas a cerca de 2.000 quilômetros por segundo, cerca de cinco vezes mais rápido do que costumam viajar as partículas solares, disse Terry Onsager, do Centro.
"Quando nos atingir será como um grande aríete que empurra o campo magnético da Terra", disse Onsager, de Boulder, no Colorado. "Essa energia faz com que o campo magnético da Terra flutue".
Essa energia também pode interferir em comunicações de alta frequência de rádio, usadas pelas empresas aéreas para navegar próximo ao Polo Norte em voos entre a América do Norte, Europa e Ásia, portanto algumas rotas podem ser mudadas, disse Onsager.
Também pode afetar redes de energia e operações por satélite, disse o Centro em um comunicado. Astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional podem ser aconselhados a buscar abrigo em partes específicas da aeronave para evitar uma dose solar reforçada de radiação, disse Onsager.
O Centro de Meteorologia Espacial disse que a intensidade da tempestade geomagnética seria provavelmente moderada ou forte, nos níveis dois e três de uma escala de cinco níveis, sendo o cinco o mais extremo.

Fonte: Reuters - Por Deborah Zabarenko - yahoo.com

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Você sabe qual é o significado de Ra-Tim-Bum?






Veja aqui alguns dos significados desse bordão (Ra-Tim-Bum) que está incorporado no Brasil ao parabéns a você.



“RATIMBUM” é uma palavra mágica usada pelos magos persas na Idade Média. Em rituais satânicos, elas eram pronunciadas assim e ao contrário fazendo o mestre dos magos surgir das cinzas e realizar os desejos de quem os proclamou.
Por muito tempo cantamos inocentemente um “parabéns” pra alguém que está aniversariando. Mas até aqui tudo bem. 
O que muitos não sabem é que depois da música vem um tal de ratimbum, isso significa: eu amaldiçoo você.


“Ra-Tim-Bum” é uma onomatopéia. Para quem não sabe, uma onomatopéia é quando representamos com palavras sons de objetos, batidas e afins. Os leitores de gibi estão mais acostumados com onomatopéias. No caso de “Ra-Tim-Bum” representa o som de um tambor, uma percurssão, pois indica o fim da cantoria e o inicio da gritaria do nome da pessoa homenageada.


“é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum”, incorporado no Brasil ao parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas da década de 1930. 
“É pique, é pique” era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como “pic-pic” porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo. 
“É hora, é hora” era um grito de guerra de botequim. Nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja – era o tempo necessário para a bebida resfrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: “É meia hora, é hora, é hora, é hora” . 
“Rá-tim-bum”, por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade – e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá,já, tim, bum”. Como isso foi parar no parabéns a você? “Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfilavam seus hinos e um deles era o Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá,já, tim, bum”.


Como vocês podem ver, todos os três significados tem uma certa lógica.
O mais convincente para mim é o ultimo. É mais criativo e faz mais sentido.


sábado, 14 de janeiro de 2012

10 razões para preferir gatos aos cachorros.


Um gato de classe rindo dos cachorros.
1) Gatos fazem cocô e xixi na caixa de areia desde o primeiro dia em que chegam na sua casa. Para isso, basta você colocar uma caixinha de areia num lugar acessível, mostrar ao gato a existência dela que naturalmente (e literalmente) a coisa vai fluir. Cachorros precisam ser levados pra rua pra fazer cocô e xixi, sem falar que, se você é educado e consciente, vai precisar levar pazinha e sacolinha pra recolher os sólidos do seu cãozinho.


2) Gatos são independentes. Algumas pessoas acham isso o pior do gato, mas pense bem: imagine ter que sair pra trabalhar todos os dias e deixar seu cãozinho sozinho em casa. Pode ter certeza, ele vai ficar deprimido e quando você chegar do trabalho, ele vai estar mais needy que o normal. Gatos se dão bem sozinhos, dormem enquanto você trabalha e não são tão carentes quanto cachorros. A não ser, claro, que seu gato seja meio cachorro. Mesmo assim, longe de ficarem deprês.

3) Gatos vivem bem em apartamentos. Cachorros precisam de rua pra não surtar, então você precisará passear com ele diariamente (até pra ele poder fazer xixi e cocô). Sem contar que é uma sacanagem com o pobre do cachorro deixá-lo preso num apartamento o dia inteiro. Cachorros precisam de quintal pra correr, cavar buracos e enterrar coisas. Gatos gostam de sair pra farra à noite, mas vivem muito bem sem isso.

4) Gatos tomam banho sozinhos. Cachorros precisam de banho, tosa, limpeza constante. Gatos são auto-limpantes. Claro que umas duas a três vezes por ano é legal dar um banho de água e xampu no seu gato pra ele ficar cheirosinho, mas é completamente dispensável.

5) Gatos não fedem. Criadores de cachorros, não adianta: cachorros fedem, só vocês não sentem.

6) Gatos não latem. E nunca um miado de gato incomoda tanto quanto um latido de um cachorro mimado.

7) Gatos não lambem o dono. Há quem goste dessa lambança de cachorro, né? Claro que é ótimo seu cachorrinho te receber com festa, mas eu dispenso a lambeção.

8) Gatos não mordem as visitas. Típico de quem tem cachorro é dizer a quem chega em casa “ele não morde”. Não morde você, que é dono dele. Eu já fui mordido por um poodle virgem sem ter feito nada com ele. Cachorros podem atacar quem “invade” seu território, são completamente imprevisíveis.

9) Gatos não mordem tudo que vêem pela frente. Ao contrário dos cachorros, que comem sofá, sapato, bolsa, gatos não mordem nada disso. Sofás são um problema pra gatos que não têm onde afiar as unhas (coisa que eles precisam muito, diariamente), mas isso é facilmente resolvido com educação. Educá-los a afiar as unhas num pedaço de madeira, num arranhador ou em qualquer outro canto é a melhor saída.

10) Gatos não precisam de muito pra se divertir. Nada de brinquedos caros, o que faz a cabeça dos gatos é mesmo uma bolinha de papel. Quer ver um gato ligadão e faceiro? Faça uma bolinha de papel e jogue pra ele brincar. Vai dormir cansado.

Fonte: www.bytequeugosto.com.br

sábado, 7 de janeiro de 2012

15 coisas inventadas ou descobertas por acaso


A maioria das invenções e descobertas da história foi obtida com muito esforço, pesquisa e trabalho. Mas bastaram alguns acidentes na vida de algumas pessoas para produtos surgirem e soluções serem desvendadas, como o Viagra, o marca-passo e até o picolé. Conheça alguns dos acasos mais famosos da humanidade e os seus resultados.

1. Corn flakes (flocos de milho)
Em 1894, os irmãos John Harvey Kellogg e Will Keith Kellogg estavam desenvolvendo novos alimentos para um grupo de pacientes de uma igreja adventista americana. Ao preparar a massa de trigo para fazer granola, Will deixou um pouco dela descansando, e quando voltou, estava ressecada.
Em vez de jogá-la fora, os irmãos a passaram pelos cilindros para afiná-la, esperando fazer longas folhas de massa de pão. Conseguiram flocos. Eles assaram os flocos, que se tornaram um grande hit entre os pacientes, e patentearam sob o nome de Granose. Os irmãos experimentaram fazer os flocos com vários grãos, inclusive milho, e em 1906 Will criou a empresa Kelloggs.

2. Picolé
Frank Epperson estava na varanda de sua casa preparando um refresco, com uma mistura de refrigerante em pó e água, quando alguém o chamou e ele acabou esquecendo sua bebida ali. Na manhã seguinte, Epperson viu que o refresco estava congelado juntamente com um palito que ele usou para mexer o líquido. Foi assim que ele "criou" o picolé em 1905, com apenas 11 anos de idade. O produto foi patenteando apenas em 1923.

3. Café
Uma das histórias mais aceitas e divulgadas quanto a origem do café é a do pastor Kaldi, que viveu na Etiópia há cerca de mil anos e observou que suas cabras estavam bem elétricas. Kaldi acabou notando que elas mastigavam os frutos de café no campo e logo associou as duas coisas.
O pastor comentou com um monge, que decidiu experimentar o poder dos frutos utilizando-os em forma de infusão, e ele percebeu que a bebida ajudava a resistir ao sono enquanto orava em suas longas horas de preces.

4. Batata chips
Tudo começou com a reclamação insistente de um cliente no restaurante do chefe George Crum, em 1853. Ele solicitou várias vezes para trocar as batatas fritas que pediu alegando que elas eram grossas e sem sal. Crum se irritou e as cortou em tiras extremamente finas, fritou até elas ficarem bem crocantes e adicionou um tempero extra de sal. O produto foi um sucesso.

5. Micro-ondas
Um dos itens mais high tech da cozinha foi descoberto por Percy Spencer em 1945, quando trabalhava em uma empresa de radares em uma experiência com – adivinhe – micro-ondas. Spencer notou que a barra de chocolate do seu bolso tinha derretido. Dali para a criação de um forno de micro-ondas foi um passo. O primeiro tinha 1,70 metro de altura e pesava 340 quilos.

6. Mola maluca
Se você é um leitor ávido do Tecmundo, deve saber que já existe uma fantasia de mola maluca. Mas o que você provavelmente não sabe é que ela foi inventada por um engenheiro naval, em 1943. Richard James bateu por acidente em uma mola mecânica e a viu “andar” pela sala. Depois do ocorrido, ele começou a trabalhar em um material para a fabricação do brinquedo, ao perceber seu potencial. A original é feita com fios de aço, e chama-se Slinky (que significa “elegante” e “gracioso”) nos Estados Unidos.

7. Massinha de modelar
O produto foi desenvolvido originalmente como produto de limpeza para wallpapers mas se tornou um dos brinquedos mais populares para crianças. A invenção é de Noah McVicher, que trabalhava em uma empresa de sabão na década de 30 e notou a semelhança do produto de limpeza com massas de modelar, mas sem a toxidade apresentada por elas até então. O brinquedo foi chamado de Play-Doh e é vendido até hoje pela Hasbro. Outras tantas massas genéricas também são comercializadas.

8. Cookies de chocolate
Ruth Wakefield era dona da Toll House Inn, uma espécie de parada e restaurante com comida caseira na beira de uma rodovia americana. Em um dia, ela estava fazendo biscoitos comuns, quando descobriu que estava sem chocolate em pó para fazer a massa. Ruth então decidiu colocar pedaços de chocolate meio-amargo sobre os biscoitos, pensando que eles iriam derreter e misturar-se a massa. Isso não aconteceu, e os biscoitos até então diferentes tornaram-se um sucesso imediato.

9. Penicilina
A penicilina nada mais é que uma substância com efeito bactericida produzida por um fungo. Ela foi acidentalmente descoberta em 1928 por Alexander Fleming, que saiu de férias e esqueceu algumas placas com cultura de microrganismos em seu laboratório, no hospital St. Mary, em Londres. Quando voltou da viagem, ele reparou que uma de suas culturas de Staphylococus tinha sido contaminada por um bolor... E não havia mais bactérias em volta das colônias. O bolor era o fungo produtor da penicilina e revolucionou a medicina.

10. Sacarina
O ano era 1879 e um pesquisador chamado Constantino Fahlberg tinha se esquecido de lavar as mãos antes do almoço. Ele derramara um produto químico em suas mãos, que adicionou um sabor doce incomum ao pão que ele comeu. Era a sacarina, que se tornaria popular somente durante a Primeira Guerra Mundial, com o racionamento do açúcar. Só em 1960 ela seria usada na fabricação de adoçantes e refrigerantes diets.

11.  Fogos de artifício
Os fogos de artifício tiveram origem na China, há cerca de 2 mil anos. Diz a lenda que eles foram inventados por acidente, quando um cozinheiro misturou carvão, enxofre e salitre, itens comuns encontrados em cozinhas naquela época. A combinação foi esquentada e, quando foi comprimida dentro de um tubo de bambu, explodiu.

12. Viagra
O Viagra é conhecido como pílula azul, vitamina V e salvador de casamentos, e sua descoberta aconteceu enquanto os farmacêuticos do laboratório Pfizer sintetizavam o Cidrato de Sidenafila para tratar a hipertensão. Os primeiros testes revelaram uma forte ereção peniana com o uso do produto... Pronto, estava criado o primeiro e mais popular remédio para disfunção erétil da história.

13. Insulina
A remoção do pâncreas de um cão saudável acabou na descoberta da Insulina. Dois médicos extraíram-no em 1889 para demonstrar o papel do órgão na digestão dos alimentos, e vários dias depois o guarda do cão reparou que havia muitas moscas alimentando-se da urina do animal. Ao fazer um teste de urina, verificou-se que havia açúcar presente, demonstrando pela primeira vez a relação entre pâncreas e diabetes. Depois de muitas pesquisas, a insulina seria criada.

14. Supercola (cola instantânea, Super Bonder)
Tudo começou com um projeto para a criação de um tipo de mira de precisão a partir de uma forma experimental de plástico transparente durante a Segunda Guerra Mundial, em 1945, sob a liderança do Dr. Harry Coover. Mas a substância era extremamente pegajosa e revelou-se difícil de trabalhar.

15. Marca-passo
Em 1956, Wilson Greatbatch, um professor de engenharia na Universidade de Buffalo, estava construindo um dispositivo que poderia gravar ritmos cardíacos. Sem querer, o aparelho acabou fazendo o contrário, emitindo uma série de pulsos elétricos que se assemelhavam aos ritmos, e dessa maneira o primeiro marca-passo foi criado.

Fonte: tecnomundo.com.br



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Pizza hamburguer. É grande novidade em Nova York.

Calma, não é uma carne de hamburguer qualquer em cima de uma pizza. Como nos rodízios que competem pela quantidade de sabores que oferecem.
É um mega hamburger em formato de toppings de pizza que o Burger King lançou com exclusividade para o Whopper Bar de Nova York.
























Post enviado pela Indigüela

domingo, 30 de outubro de 2011

Quem inventou o batom? Um dos hábitos mais antigos das mulheres.

As mulheres pintam os lábios há pelo menos cinco mil anos.
O uso do batom é um dos hábitos mais antigos entre as mulheres. O costume de colorir a boca nasceu no Egito, com a rainha egípcia Nefertite, mil anos antes de Cleópatra vir ao mundo no ano 70 a.C.
• Para deixar a boca mais bonita, as garotas egípcias usavam pigmentos extraídos de plantas, de rochas ou mesmo de frutos como amoras.
• Já as meninas gregas apelavam para uma raiz vermelha chamada polderos, que depois de triturada era misturada com mel para deixar os lábios brilhantes e úmidos.
• No século 13 (1200 a 1299), um monge italiano da cidade de Piza descobriu o carmim de Cochinella, pigmento vermelho que não dissolvia em água.
• O primeiro batom uma espécie de rouge com gloss, foi
inventado em 1927 pelo francês Paul Baudecroux; mas esse produto precisaria 
esperar 15 anos pela criação do bastão aplicador.
•  Foi em 1942 que o americano Maurice Levy, inventou o batom em bastão, uma massa feita de talco, óleo de amêndoas, essências de bergamota (mexerica) e limão vermelho, muito macio devido à gordura de cervo. Mais tarde ele acrescentou o mecanismo “desliza e torce” usado atualmente.
Usar batom é um dos hábitos mais antigos das mulheres. Vem dominando a imaginação das mulheres de todo o mundo. É muito difícil ver uma mulher sem batom, em casa, na rua ou no trabalho. Estrelas de cinema fizeram dele um luxo e cada vez mais vai estar presente na vida das mulheres.

sábado, 29 de outubro de 2011

Saiba porquê o gato é um animal misterioso.


Uma das coisas mais fascinantes nos gatos é a aura de mistério que esses animais têm.

Apontado pelos biólogos como "o mais sensitivo dos mamíferos", os gatos literalmente enxergam o que não somos capazes de ver e ouvem o que não conseguimos escutar. E não param de nos surpreender com comportamentos fantásticos.



O gato é símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade.

Segundo a mitologia egípcia, BASTET foi uma deusa com cabeça de gato, doce e bondosa, cujo templo mais conhecido ergue-se em Bubástis (seu centro de culto), cujo nome em egípcio – Per Bast – significa "a casa de Bastet". No Egito, o gato foi venerado como um animal delicado e útil, o favorito da deusa Bastet – a protetora dos lares, das mães e das crianças. No santuário de Bastet, em Bubástis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inúmeras efígies de bronze que provam a veneração a esse animal. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo.

Segundo uma tradição celta, ele teria nove vidas. Posteriormente, durante a Idade Média, o gato passou a ter apenas sete vidas. Animal misterioso associado aos poderes da lua, ao mundo da magia.

Na Cabala e no budismo o gato representa a sabedoria, a prudência e a vivacidade.

No Japão o gato é um símbolo de boa sorte e você já deve ter visto por ai aquele gatinho japonês com a patinha para cima visto como símbolo de boa sorte.


A Ankhesa leitora do blog Os Güelos, enviou este post.

O homem e o gato convivem desde 4 mil anos antes de Cristo,
desde as primeiras dinastias egípcias.

Encontrou-se no Egito um grande número de múmias de gatos,
encerradas em sarcófagos de madeira, de bronze ou de barro.
O apreço dos egípcios pelos gatos era enorme e puniam com pena de morte quem lhes fizesse mal.
A venda de gatos era proibida para fora do Egito.
O contrabando pelos mercadores, permitiu que esses felinos
se espalhassem pela Ásia.
A Índia domesticou o gato na mesma época do Egito.
A China conheceu o gato, por volta do ano 1000aC.
As legiões romanas trouxeram o gato para a Europa e substitui como animal de estimação a fuinha.
A Idade Média foi hostil aos gatos, associando-os à feitiçaria
e considerando-os criaturas diabólicas.
Esta época é responsável pela maior parte das superstições
que chegaram aos nossos dias.
Principalmente as em torno dos gatos pretos, apelidados de gatos de azar.



A Eliana Ribeiro leitora do blog Os Güelos, enviou este post.
Eu sempre criei gatos. Gosto muito desse bichinho. Minha gatinha realmente tem um percepção espetacular! Às vezes não ouço pessoas se aproximando de casa, mas ela percebe. Quando vejo ela acuada já sei que é alguém se aproximando!


A Adriana Helena leitora do blog Os Güelos, enviou este post.
Eu sou fascinada por gatinhos.. eles são como você disse misteriosos, independentes, introspectivos... mas conhecem os seus donos a tal ponto de saber quando estamos tristes e sabem nos consolar... a minha gatinha linda era assim... ela me faz muita, muita falta!



sábado, 22 de outubro de 2011

Quem inventou o Saca-rolha? Uma simples idéia que deixou o vinho famoso.


Os ingleses, grandes apreciadores de vinho, foram os primeiros a utilizar as rolhas, importadas da Espanha e de Portugal, para vedar as garrafas de vinho. 
Tal uso permitiu uma vedação hermeticamente completa, alongando a vida útil e o período de guarda do produto, bem como proporcionando o desenvolvimento de aromas mais concentrados – resultantes do lento processo de maturação.
O uso de garrafas para o serviço do vinho (decantadores) data do século XII, quando já era prática comum nas casas dos ricos e nobres de Veneza. Porém, o uso de garrafas para guardar o vinho só ocorre no século XVIII, quando torna-se financeiramente viável produzi-las em grande escala.
Os ingleses foram os primeiros a perceber a necessidade de inventar um dispositivo que permitisse retirar a rolha para poder consumir o produto.
Surge, assim, o saca-rolha, cuja primeira patente foi solicitada na Inglaterra por Samuel Henshall, no dia 24 de agosto de 1795. Poucos anos depois, diversas outras patentes eram requeridas na França (1828), Estados Unidos (1856), Alemanha (1877) e Canadá (1883). Até o início do século XX, cerca de 300 modelos de saca-rolha já haviam sido patenteados.
De lá para cá, diversos outros modelos foram desenvolvidos, cada qual buscando proporcionar ao apreciador de vinhos um ritual tranqüilo, sem traumas e sem complicações.

Na antiguidade o vinho era acondicionado em ânforas de terracota e, posteriormente, em barris de carvalho. A bebida era feita para ser tomar rápido e para viajar pouco. Isso porque, quanto maior o tempo de transporte, maior a chance de estragar.

E, para aqueles que ainda têm medo de usar saca-rolha, uma boa notícia. A tendência do mercado atualmente é a gradual substituição da rolha por cápsulas de metal, com tampa de rosca, o que dispensa o uso desse objeto.
Os tradicionalistas do vinho abominam a idéia, mas a tampa de rosca já representa mais da metade dos vinhos vendidos no mercado britânico – maior centro mundial de consumo deste produto. Essa é uma das poucas e raras evoluções no acondicionamento do vinho desde a popularização do uso das garrafas no século XVIII.

Fonte: dicasdevinho.com.br

sábado, 15 de outubro de 2011

O que é Halloween? O dia das bruxas.


No século V, na região Céltica (Irlanda e Escócia), o verão terminava oficialmente em 31 de outubro e começava Ano novo céltico. Era feita uma festa com fogueiras, danças e muita musica celta.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marcava o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebrava também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon (Festa do Sol).
Mas o que ficou mesmo foi Halloween. A festividade acontece um dia antes da “festa de todos os santos” e, por isso, tem seu nome inspirado na expressão "All hallow's eve", que significa a “véspera de todos os santos”.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

Travessuras ou Gostosuras?

A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.
Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)

A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.

Bruxas

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ele  conhecido como Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo
próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.
Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!
A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.
O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.

Halloween pelo mundo de hoje

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.

Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).

México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas. 
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.

Tailândia
Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos do Halloween

a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria

a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.

o caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.

a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.

as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.

os bilhetes com os pedidos: devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.

a aranha: simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.

o morcego: simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.

o sapo: está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.

gato preto: símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso

Cores do Halloween:

Laranja - cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.

Preto - cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.

Roxo - cor da magia ritualística.

Fonte: ilove.com.br

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Quem inventou a caneta esferográfica? Uma ideia que tornou o mundo mais rápido.


László Biró

O conceito de uma caneta esferográfica remonta à patente registrada por John J. Loud em 30 de Outubro de 1888. Tratava-se de um produto destinado a marcar couros e não foi explorado comercialmente.


No dia 10 de junho de 1943, László Biró, natural da Hungria, patenteou a caneta esferográfica. O jornalista já tinha tido a ideia em 1938, mas a Segunda Guerra Mundial atrasou a patente.




Ninguém mais se lembraria do jornalista húngaro László Biró (1899–1985), se ele não tivesse inventado um objeto para escrever que é hoje conhecido em todo o mundo: a caneta esferográfica. Já no século 19, foram muitas as tentativas vãs de desenvolver um objeto que escrevesse de forma tão suave quanto a caneta-tinteiro, mas que não manchasse ou borrasse.
Na época, Friedrich Nietzsche chegou a criticar a iniciativa, dizendo que tal caneta iria tolher o pensamento. "Se deixarem de existir as pequenas pausas para molhar a caneta no tinteiro, para recarregar a caneta e para secar a tinta, quando então se desenvolverão as ideias?", perguntava ele.

Incerteza sobre fonte de inspiração
Pois eram justamente essas pausas forçadas que irritavam o jornalista Biró. Ele queria criar algo melhor. Conta-se que ele teve a ideia quando os colegas de escola de sua filha mancharam os cabelos dela com um tinteiro.
Outros garantem que ele descobriu o caminho para desenvolver a caneta esferográfica na oficina do jornal em que trabalhava, em Budapeste, ao observar o funcionamento das máquinas rotativas, cujos cilindros se empapavam de tinta e imprimiam no papel o texto neles gravado.
Seja qual for a origem da invenção, fato é que, depois de anos de tentativas, Biró, juntamente com seu irmão György, criou em 1938 uma caneta recarregável com uma ponta arredondada de metal no lugar da pena da caneta-tinteiro. A tinta foi acondicionada num tubo plástico. Devido à força da gravidade, a tinta umedecia a esfera, e esta, ao girar, a distribuía de modo uniforme pelo papel sem sujar os dedos ou provocar borrões.

Aperfeiçoamento na América do Sul
Durante a Segunda Guerra Mundial, Biró e sua família fugiram da Hungria, indo primeiro para Paris e depois para Buenos Aires. O então presidente da Argentina ficou tão impressionado com o invento que propôs a Biró produzir a caneta no país.
Foi justamente na América do Sul que o jornalista húngaro teve a idéia de substituir a tinta por uma pasta líquida. Novamente Biró começou a fazer experimentos até desenvolver a consistência ideal da pasta líquida e conseguir que uma firma sueca lhe enviasse as esferas móveis com a precisão necessária.
No dia 10 de junho de 1943, László Biró recebeu a patente da primeira caneta esferográfica como a conhecemos hoje em dia. Um ano mais tarde, apareceram as primeiras esferográficas no mercado argentino.
O sucesso se fez sentir ainda durante a guerra: até a Força Aérea inglesa adotou as canetas, pois nem a altitude nem a variação de pressão interferiam no desempenho do objeto.
A explosão de vendas aconteceu nos Estados Unidos. No lançamento no mercado americano, em 1945, as primeiras 10 mil canetas esferográficas foram vendidas em 24 horas, apesar do elevado preço de mais de 8 dólares a unidade.
O seu inventor, entretanto, não teve participação nos lucros. Biró já havia vendido sua patente por 1 milhão de dólares. Em contrapartida, o comprador, o barão francês Marcel Bich, cuja firma BIC lidera o mercado mundial de esferográficas, se tornou bilionário.

Fonte: DE-world.de

David Bowie. A última grande estrela pop de todos os tempos. Uma lenda viva.


David Bowie em 2006.

David Bowie nasceu como David Robert Jones em Brixton, Londres, em 8 de janeiro de 1947. Sua mãe, Margaret Mary "Peggy" (née Burns), era descendente de irlandeses e trabalhava como arrumadeira de cinema, enquanto seu pai, Haywood Stenton "John" Jones, era oficial de promoções da Barnardo's. A família vivia no número 40 da Stansfield Road, próximo da fronteira das zonas londrinas do sul de Brixton e Stockwell. Londres na década de quarenta era o pior lugar possível, e o pior lugar possível para uma criança nascer. Bowie frequentou a Stockwell Infants School até seus seis anos de idade, adquirindo reputação de garoto com talento para cantar e, principalmente, gritar.

Bowie estudou arte, música e desenho, incluindo layout e typsetting. Depois de Terry Burns, seu meio-irmão por parte de mãe, apresentá-lo ao jazz moderno, o seu entusiasmo por instrumentistas como Charles Mingus e John Coltrane levou sua mãe a lhe dar um saxofone alto em 1961; não demorou para que o garoto recebesse aulas de um músico local. Em 1962, metido numa briga por conta de uma garota, recebeu um ferimento grave na escola, quando o amigo George Underwood lhe deu um forte soco no olho esquerdo usando um grande anel no dedo. Os médicos temiam que ele viesse a perder parcialmente a visão; foi forçado a ficar fora da escola para uma série de operações durante uma internação de quatro meses. O dano não pôde ser totalmente reparado deixando-o com a percepção deficiente e com a pupila permanentemente dilatada (tempos depois isso tornaria-se a marca pessoal do artista, que agora tem cores de olhos diferentes, o que é denominado heterocromia, embora a cor original de seus olhos seja azul). Apesar da briga violenta, Underwood e Bowie continuaram amigos, e Underwood passou a cuidar da parte artística dos primeiros álbuns de Bowie.

Em sua empreitada musical seguinte, Bowie desafiou, nas palavras do biógrafo David Buckley, "a crença central da música rock de sua época" e "criou provavelmente o maior culto da cultura popular."Vestido com um traje notável, seus cabelos tingidos de vermelho, e o rosto e os lábios fortemente maquiados, Bowie inaugurou a apresentação de Ziggy Stardust com os The Spiders from Mars Ronson, Bolder e Woodmansey num pub chamado Toby Jug em Tolworth, em 10 de fevereiro de 1972. A apresentação foi um sucesso e levou-o ao estrelato; Ziggy e os Spiders from Mars viajaram pelo Reino Unido ao longo dos próximos seis meses e propagaram um "culto a Bowie" que "era único, sua influência durou mais tempo e tem sido mais criativa do que talvez quase todas as forças dentro da cultura pop."Combinando elementos do hard rock de The Man Who Sold the World com o rock mais leve e experimental de Hunky Dory, o disco The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972) foi lançado em junho. "Starman", divulgada como canção principal do álbum, fez com que o Reino Unido focasse todos seus olhos em Bowie: ambos o single e o LP atingiram o topo rapidamente após sua performance da canção ser apresentada em julho no Top of the Pops. O álbum, que permaneceria nas paradas por dois anos, logo se juntou ao Hunky Dory, que agora fazia seis meses de idade. Ao mesmo tempo, as canções "John, I’m Only Dancing" e "All the Young Dudes", escrita e produzida para Mott the Hoople, tornaram-se sucesso em seu país de origem. A Ziggy Stardust Tour continuou pelos Estados Unidos.

O biógrafo David Buckley escreve: "A essência da contribuição de Bowie à música popular se deve por sua notável capacidade de analisar e selecionar as idéias que estão de fora do mainstream da arte, literatura, teatro e cinema  e trazê-los para dentro, de modo que o pop é constantemente alterado." Buckley ainda escreve: "Só uma pessoa levou o glam rock a novas alturas rarefeitas e inventou personagens no pop, casando teatro e música popular num todo poderoso." A carreira de Bowie tem sido marcada por vários papéis em produções de cinema e teatro, o que valeu prestígio e independência como ator e alguns elogios por suas atuações.
A influência de David Bowie é imensa, musical e socialmente. Suas canções e as apresentações inovadoras trouxeram uma nova dimensão para a música popular do começo da década de 70, influenciando fortemente tanto suas formas imediatas como seu desenvolvimento posterior. Pioneiro do glam rock, de acordo com vários críticos Bowie criou o gênero ao lado de Marc Bolan. O biógrafo David Buckley considera que, nessa época, ele surgiu como a última estrela pop de todos os tempos e que nenhuma outra veio a existir após dele; sua produção musical durante a década criou um dos maiores cultos da cultura pop. De acordo com diversos autores, por exemplo, ao incorporar personas andróginas como Ziggy Stardust e Aladdin Sane na era do glam rock nos anos 70, Bowie recriou uma classe adolescente independente na época e também auxiliou movimentos como a libertação gay. Sua postura ajudou a criar novas modas e jeitos de se vestir nas cenas de rock e música, apresentando roupas que ainda interessam as pessoas de hoje em dia.

Ao longo de sua carreira, Bowie já vendeu um estimado de 136 milhões de álbuns. No Reino Unido, já foi classificado com 9 discos de platina, 11 de ouro e 8 de prata e, nos Estados Unidos, 5 discos de platina e 7 de ouro. Em 2002, numa pesquisa popular da BBC chamada 100 Greatest Britons ("Os 100 Maiores Britânicos"), ficou em 29º lugar. Em 2004, a revista Rolling Stones, consultando críticos e especialistas na área musical, classificou-o na 39ª posição em sua lista de 100 Maiores Artistas do Rock de Todos os Tempos, e na 23ª posição na lista de melhores cantores de todos os tempos.
Bowie entrou para o Rock and Roll Hall of Fame em 17 de janeiro de 1996.

Fonte: Wikipedia